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	<title>,devaneios...</title>
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	<description>... passava o resto do dia representando com obediência o papel de ser. (clarice lispector)</description>
	<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 17:23:30 +0000</pubDate>
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		<title>Cores em off.</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 17:23:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[


 Sai de dentro da minha unha. Sai da toca. Mentiras são apenas mentiras. E eu me afoguei. Desaprendi a nadar. Ou será que minhas pernas não se mechem mais? Me sentei no topo do mundo e fiquei tonto de tanto girar, o mundo dá muitas voltas rápidas, eu não estava preparado, acabei desmaiando.  Quando [...]]]></description>
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</script></-> <p>Sai de dentro da minha unha. Sai da toca. Mentiras são apenas mentiras. E eu me afoguei. Desaprendi a nadar. Ou será que minhas pernas não se mechem mais? Me sentei no topo do mundo e fiquei tonto de tanto girar, o mundo dá muitas voltas rápidas, eu não estava preparado, acabei desmaiando.  Quando acordei foi em outra dimensão, onde estavam as cores? O verde, o amarelo, vermelho. E o azul? Não, não conseguirei viver sem o azul. Me tirem todas as cores, menos o azul. Existiam animais lá. A girafa não era visível, apenas praticável. Ela falou comigo? Não tenho mais certeza se existo.  Hoje, sei.</p>
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		<title>Paralelo à meu eu.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 04:16:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acendam os incensos. Cheirem a fumaça que flui. Feche os olhos e pentre imensamente nesse universo paralelo que transcende a realidade. Deixa fluir, deixa fluir. Solta o ar que tá aí dentro. Respira esse ar novo. Olhem as partículas se desintegrando. Encha o pulmão. Grite. Corra. Pule. Bata. Mate. Meta. Ondas sonoras. Silêncio, não consigo [...]]]></description>
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</script></-> <p>Acendam os incensos. Cheirem a fumaça que flui. Feche os olhos e pentre imensamente nesse universo paralelo que transcende a realidade. Deixa fluir, deixa fluir. Solta o ar que tá aí dentro. Respira esse ar novo. Olhem as partículas se desintegrando. Encha o pulmão. Grite. Corra. Pule. Bata. Mate. Meta. Ondas sonoras. Silêncio, não consigo ouvir, não consigo. O que você tá falando? Desiste, eu estou tentando ser feliz por uma única noite. Tentando viver essa vida noturna. Essa vida nova e curta. Passa rápido, aproveitemos então esses poucos minutos de êxtase, ou seria ecstasy?</p>
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		<title>estou cercado</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 16:24:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olho pra todos os lados e só vejo as mesmas pessoas, estou cercado, sufocado, nauseado. Não consigo entender o que me fez entrar nesse mundo, mas eu quero me libertar. Cheguei ao meu limite.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Olho pra todos os lados e só vejo as mesmas pessoas, estou cercado, sufocado, nauseado. Não consigo entender o que me fez entrar nesse mundo, mas eu quero me libertar. Cheguei ao meu limite.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vingança maquiavélica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 01:36:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entrei naquele espiral nauseante e subestimado, até confesso, aquilo me impressionou, um ambiente até então desconhecido por mim. Senti o prazer da vingança nua e crua, crua, porém temperada. Sim, pois há muito tempo andava arquitetando meus planos insanos. Macabros. Não sejam ingênuos, isso acontece todos os dias na mente de um maquiavélico, aliás, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrei naquele espiral nauseante e subestimado, até confesso, aquilo me impressionou, um ambiente até então desconhecido por mim. Senti o prazer da vingança nua e crua, crua, porém temperada. Sim, pois há muito tempo andava arquitetando meus planos insanos. Macabros. Não sejam ingênuos, isso acontece todos os dias na mente de um maquiavélico, aliás, a única coisa prazerosa para uma um maquiavélico é maquinar idéias contra os seus oponentes. Creio eu, que o plano foi um sucesso. O gato morreu no dia seguinte.</p>
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		<title>Mestre dos mestres</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 19:06:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ajudem-o! Ele está preso dentro desse buraco giratório, esse ciclo viciante. Não consegue se libertar. E a roda gira, a roda insiste em girar. Ele, acorrentado, não sai nunca. Ele gosta, ama tudo isso. Para ele, a vida carnal é o maior prazer existente. Dependente disso tudo ele ficou, a luxúria já entrou dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ajudem-o! Ele está preso dentro desse buraco giratório, esse ciclo viciante. Não consegue se libertar. E a roda gira, a roda insiste em girar. Ele, acorrentado, não sai nunca. Ele gosta, ama tudo isso. Para ele, a vida carnal é o maior prazer existente. Dependente disso tudo ele ficou, a luxúria já entrou dentro de suas veias. Ele adora ser levado pela correnteza negra da sedução. O preservativo já é uma parte do corpo dele, pois vive de orgias. É um verdadeiro liberto inconseqüente. Ele é o verdadeiro filho de uma prostituta, vulgarmente conhecido como o &#8220;filho da puta&#8221;, ao invés de envergonhar-se, isto lhe causa orgulho, ele adora tudo isso. Ama tudo o que é considerado imundo, pois ele mesmo é o rei dos imundos, ele toma banho em uma banheira de fezes, as suas próprias fezes, ele as come. Ele é o rei. Ele é o ídolo. Ajoelhem-se diante do mestre dos mestres.</p>
<p>de: robson levy</p>
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		<title>olhar fixo interno.</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>robsonprado</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Censurado. Aflito. Exausto. Confusão mental, confusão mental. Olho para todos os lados e só enxergo rabiscos do que antes fora imagens caóticas. Não, não preciso que me ajudem, eu quero dá os meus primeiros passos, sozinho. Você quer uma dose do meu suor? Fique à vontade, mas garanto, se beberes uma gota, nunca mais serás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Censurado. Aflito. Exausto. Confusão mental, confusão mental. Olho para todos os lados e só enxergo rabiscos do que antes fora imagens caóticas. Não, não preciso que me ajudem, eu quero dá os meus primeiros passos, sozinho. Você quer uma dose do meu suor? Fique à vontade, mas garanto, se beberes uma gota, nunca mais serás o mesmo, o suor é uma bebida forte e angustiante. Tenho medo, tenho raiva. Adoro tudo isso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você, um arco íris carnal.</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 16:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>robsonprado</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
A aura doce por cima de sua cabeça chegou a ser desconcertante de tão linda que era. Chegou a ser zen. A aura cósmica permanece intacta por meio dos milênios ultrapassados. Que tal falarmos de você? Não? Você é um ser altamente constrangido! Sua insanidade chega a entrar em confronto com a minha. Luxúria&#8230; Você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://robsonlevy.meublog.org/files/2008/07/loucura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-10" src="http://robsonlevy.meublog.org/files/2008/07/loucura-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a></p>
<p>A aura doce por cima de sua cabeça chegou a ser desconcertante de tão linda que era. Chegou a ser zen. A aura cósmica permanece intacta por meio dos milênios ultrapassados. Que tal falarmos de você? Não? Você é um ser altamente constrangido! Sua insanidade chega a entrar em confronto com a minha. Luxúria&#8230; Você conseguiu superar todos os seus limites carnais. Entre em êxtase, entre na aura cósmica nupcial, venha, eu te mostro o caminho do arco íris psicodélico.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>de repente, azul.</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 04:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>robsonprado</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Nunca gostei da cor azul, uma cor cansada por natureza, sempre sendo usada pelos recém-nascidos, que estes sempre acabam enjoando da tal cor. Mas de repente, olhei pro céu, achei aquela cor tão explorável. Sim, o azul, tudo azul, sempre azul.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca gostei da cor azul, uma cor cansada por natureza, sempre sendo usada pelos recém-nascidos, que estes sempre acabam enjoando da tal cor. Mas de repente, olhei pro céu, achei aquela cor tão explorável. Sim, o azul, tudo azul, sempre azul.</p>
]]></content:encoded>
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